As entidades que representam os servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo se reuniram nesta quarta-feira, de 2 de maio, para discutir pendências que a categoria possui com o Tribunal de Justiça Paulista.
Estiveram na pauta de discussões da reunião questões como o Plano de Assistência Médica e Hospitalar que beneficiaria servidores ativos e inativos. Esta é uma reivindicação antiga dos Servidores inclusive servindo como ponto de discussão da ASSOJURIS com a presidência do TJ-SP. Apesar da gestão atual do Tribunal já mostrar interesse sobre o assunto afirmando que havia estudos sobre o caso, foram divulgadas notícias afirmando que o TJ-SP encontra dificuldades para implantar o Plano de Assistência Médica e Hospitalar devido ao número e idade dos servidores INATIVOS. As entidades deverão apresentar nos próximos dias subsídios para que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo possa avançar na eventual implantação do plano.
Outra informação, divulgada pelo atual presidente do TJ-SP, desembargador Ivan Ricardo Sartori em visitas às comarcas da região de Santos é que nos próximos dias deverá ser publicado um Comunicado sobre o Mutirão como forma de compensação dos dias parados devido à greve de 2010 (pagamento de 40 horas até o dia 31 de julho de 2012). Independente do Comunicado, as entidades continuam orientando aos seus associados e servidores em geral, em especial aqueles que ainda não começaram a compensação, para que deem inicio. Deverá ser feito da seguinte forma: o servidor deverá prestar serviços, em dias úteis, até duas diárias dentro da jornada de atendimento ao público.
No tocante à ida à Brasília – deliberado na Assembleia Geral da Categoria, realizado no dia 28 de março, na Praça João Mendes, São Paulo – já há notícia oficial de que a Corregedora do CNJ, ministra Eliana Calmon, deverá receber os representantes dos servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo o mais breve possível.
Ainda ficou deliberado à confecção de oficío, em comum entre as entidades, pleiteando o agendamento de uma reunião com a presidência do TJ-SP a fim de resolver questões pendentes à pauta de 41 itens e aprovada na última Assembleia Geral da Categoria já que não houve resposta do último ofício protocolado à exatos 31 dias.
Fonte: Assessoria de Imprensa / Assojuris