Apatej participa de Congresso “Serviço Social e Psicologia no Judiciário”

12/11/2008

Nesta sexta-feira, 7, Apatej participou do IV Encontro Estadual dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo – Serviço Social e Psicologia no Judiciário, organizado pela Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (AASPTJ-SP).




O congresso intitulado “Serviço Social e Psicologia no Judiciário – O cotidiano do trabalho interdisciplinar: Demandas sociais e novos desafios” reuniu mais de 300 profissionais no Guarujá e tratou de temas como : direito à convivência familiar e comunitária; Plano Nacional de Adoção e Cadastro Nacional de Adoção; guarda compartilhada; Lei Maria da Penha; Sinase; Justiça Restaurativa e questões éticas do exercício profissional no TJ-SP.






O evento aconteceu no auditório da Universidade de Ribeirão Preto – campus Guarujá (Unaerp) e contou com a presença de representantes do TJ-SP: desembargador Samuel Alves de Melo, presidente da Comissão Salarial do Tribunal de Justiça; Valdir Ricardo Lima Pompeu Marinho, juiz diretor do Fórum do Guarujá, representando o presidente do TJ; Eduardo de Lima Galduroz, juiz substituto da Vara da Infância e da Juventude do Guarujá, Osmair Chamma Junior, promotor da Infância e Juventude do Guarujá; desembargador Antonio Carlos Malheiros, coordenador da Infância e Juventude do Tribunal e Raul Khairallah de Oliveira e Silva, juiz assessor da Presidência e Hugo Coviello, presidente da Assojubs.




A presidente da AASPTJ-SP Dayse Cesar Franco Bernardi, ressaltou o constante crescimento da demanda de serviços e a falta de estrutura do TJ.




O presidente da Apatej Antonio Grandi destacou a dura realidade do Judiciário paulista. “Mais uma vez o Executivo cortou o orçamento do PJ e a corda vai arrebentar para o nosso lado novamente”, alegou lembrando a luta dos servidores por melhores condições do trabalho. Ele também falou sobre o trabalho dos assistentes sociais e psicólogos. “É um absurdo a situação em que estes profissionais atuam sem lugar propício para fazer o atendimento à população”, disse.








Fonte: Apatej com AASPTJ

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