
TJ-SP muda canais de atendimento da área de Gestão de Pessoas
O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.
09/02/2010
Quando
chegar ao fim de seu segundo mandato, em dezembro, o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva terá contratado cerca de 100 mil pessoas apenas
para o Poder Executivo. O governo Lula também promoveu um agressivo
reajuste dos salários dos servidores, bem acima dos níveis da
iniciativa privada, mas os maiores reajustes estão no Judiciário e no
Ministério Público, que têm autonomia para decidir suas remunerações.
Nesses casos, as altas foram expressivas nas administrações FHC e Lula.
A informação é do Portal do Estadão.
As contratações de
Lula praticamente compensaram o enxugamento feito no governo anterior e
reverteram uma política de corte de funcionários públicos iniciada em
1990. Com mais folga no Orçamento, graças ao crescimento da economia e
à reforma da Previdência de 2003, o Executivo tem hoje o mesmo número
de servidores que em 1997. De 1996 a 2009, a despesa com o pagamento
dos funcionários do Judiciário avançou 270%. No Ministério Público, a
alta foi de 285%.
Quando chegar ao fim de seu segundo mandato, em
dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá contratado cerca
de 100 mil pessoas apenas para o Poder Executivo. É um exército de
auditores, pesquisadores, analistas, advogados, professores, entre
outros profissionais, que começaram a trabalhar nos diversos órgãos do
governo nos últimos oito anos.Para ter uma ideia da dimensão desse
contingente, corresponde a mais de duas vezes o quadro de 45 mil
funcionários da mineradora Vale, segunda maior empresa brasileira.
Também é praticamente igual aos 110 mil empregos gerado por todas as
montadoras de carros instaladas no Brasil.
Dados do Ministério do
Planejamento mostram que, entre dezembro de 2002 e outubro de 2009,
aumentou em 63.270 o número de servidores públicos civis, para 549 mil.
O valor exclui aqueles que substituíram funcionários aposentados. O
Orçamento autoriza a criação de mais 46.151 vagas este ano, mas o
governo não costuma utilizar tudo que está previsto. Como 2010 é ano
eleitoral, os concursos só ocorrem até junho.
As contratações de
Lula praticamente compensaram o enxugamento feito no governo anterior e
reverteram uma política de corte de funcionários públicos iniciada em
1990. Com mais folga no Orçamento, graças ao crescimento da economia e
à reforma da Previdência de 2003, o Executivo tem hoje o mesmo número
de servidores que em 1997.
A administração do Partido dos
Trabalhadores (PT) defende “um novo papel estratégico do Estado”, que
seria “incompatível com uma política de corte de pessoal”, conforme um
informe do Ministério do Planejamento. “Estamos recuperando a
capacidade do Estado de atuar”, disse o secretário de gestão do
ministério, Marcelo Viana Estevão de Moraes. Segundo ele, o objetivo é
recompor o quadro e requalificar os servidores. Ele também explica a
expansão pelo compromisso assumido com o Ministério Público de
substituir trabalhadores terceirizados por concursados.

O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.

O objetivo do encontro era tratar de pautas institucionais da categoria.







