
TJ-SP muda canais de atendimento da área de Gestão de Pessoas
O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.
18/11/2009
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) renovou seu apoio ao programa Começar de Novo, desenvolvido
pelo Conselho Nacional de Justiça para estimular a reinserção de
ex-presidiários no mercado de trabalho. O presidente da entidade, Paulo
Skaf (na foto ao lado cumprimento o ministro Gilmar Mendes), firmou novo acordo na tarde desta terça-feira (17/11) em que promete abrir vagas na construção civil.
Skaf disse que o foco do trabalho desenvolvido pela Fiesp no Começar de Novo
é a formação de profissionais preparados para trabalhar na construção
civil. Ele lembrou que essa área é estratégica por estar em crescimento
e gerando muitos empregos. Ele contou que a parceria anteriormente
firmada com o CNJ será ampliada e incrementada por meio de cursos
oferecidos pelo Sesi de São Paulo.
Skaf citou ainda convênio firmado pelo CNJ com o Comitê Organizador
da Copa do Mundo para que egressos sejam contratados para trabalhar nas
obras da Copa do Mundo de 2014. O CNJ também já tem planos para fazer
acordo semelhante para as Olimpíadas de 2016.
O presidente do CNJ, Gilmar Mendes, comemorou o convênio e afirmou que o Começar de Novo
“não é apenas um programa humanístico, mas um programa de segurança
pública”. Mais de 17 mil pessoas presas foram libertadas com os
mutirões carcerários promovidos pelo CNJ, número considerado bastante
elevado por Mendes. “A libertação dessas pessoas tem de ser acompanhada
de um séria política de reintegração social, já que sem política
consistente de reinserção, haverá um grande índice de reincidência”,
afirmou.
“Tudo isso faz bem ao Brasil, faz bem para toda a sociedade
brasileira”, afirmou Skaf, referindo-se também a parcerias firmadas
pela entidade com o CNJ para contribuir com a Semana da Conciliação,
projeto que visa evitar o ingresso de processos no Judiciário por meio
de conciliação entre as partes envolvidas em algum litígio. Segundo o
presidente da Fiesp, “o Brasil não é mais visto como o país do futuro,
mas como o país do presente”, e que a segurança jurídica é fundamental
para firmar essa percepção do país. Com informações da Assessoria
de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.

O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.

O objetivo do encontro era tratar de pautas institucionais da categoria.







