
TJ-SP muda canais de atendimento da área de Gestão de Pessoas
O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.
18/01/2010
O
que se ouve com mais frequência nas corregedorias e ouvidorias dos
tribunais são reclamações de que a Justiça é lenta, muito lenta mesmo.
A esperança é de que um dia se torne mais rápida.
Diariamente está sendo inculcada em nós a prática de que aconteceu
virou notícia. O desenvolvimento dos meios de comunicação tem
facilitado essa sensação, graças à tecnologia que já foi colocada à
disposição do consumidor comum. Recentemente tivemos um exemplo de tal
imediatividade.
De lá do Oriente Médio, a milhares de quilômetros
daqui, milhões de pessoas assistiram ao vivo a agonia da morte de uma
jovem que falecia atingida no coração por uma bala, durante protesto
político. O caso não é inusitado. Todo dia estamos vendo os fatos
acontecendo no mundo inteiro.
Cada cidadão, cada transeunte virou um
repórter com seu telefone celular, que, além do fim específico, também
são máquinas de fotografar e filmar. Eles o levam na pasta, bolsa ou
sacola. Capturado o fato, para a divulgação da notícia estão ai na web
os sites à profusão: Youtube, FaceBook, Flickr, Orkut, Twitter, blogs e incontáveis jornais on-line.
É essa prontidão que pretendem as partes no processo judicial.
Decisão brevíssima. Todos querem que apresentada a petição ao juiz ele
logo dê a sentença.
É urgente a atenção que devemos dar ao fator morosidade da Justiça.
Dispomos de meios e instrumentos bastantes para fazer com que o
processo tenha no mínimo uma duração razoável. Precisamos apenas da
iniciativa do julgador de utilizar a tecnologia jurídica disponível.
Não são poucas as mudanças que se tem feito nos procedimentos e códigos
de processo, para o julgamento rápido das causas e chegar logo à
solução dos litígios entre cidadãos. Muitos são os programas da
informática desenvolvidos e disponibilizados até mesmo gratuitamente
com o fim de serem usados nos processos e procedimentos judiciais.
Podemos usar as súmulas vinculantes, os precedentes dos tribunais
superiores, os procedimentos e julgamentos virtuais e à longa
distância, as decisões monocráticas e a supressão de sessão nos
tribunais; é bom que os juízes abandonem a ideia das sentenças
desnecessariamente longas, os votos doutrinários e a linguagem
rebuscada; as partes ganharão muito procurando os juizados que
dispensam o acompanhamento de advogado e optem por se submeter à
conciliação, mediação e negociação processual.
O judiciário está pronto para servir ao cidadão. Queremos é uma Justiça instantânea
Fonte: Conjur

O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.

O objetivo do encontro era tratar de pautas institucionais da categoria.







