
TJ-SP muda canais de atendimento da área de Gestão de Pessoas
O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.
20/08/2010
Mais uma tentativa
frustada de negociação entre a comissão dos dirigentes das
entidades representativas dos servidores do Judiciário paulista e os
desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
(TJ/SP) encerrou-se na noite desta quinta-feira, 19, às 19h30, após
duas horas de duração.
No Palácio da Justiça,
os desembargadores Willian Campos e Samuel Alves de Melo Júnior
trouxeram a informação, da presidência do Casa, que não haverá
qualquer pagamento de índice ainda este ano, ou seja, que o cálculo
de R$ 44 milhões sugerido pelo desembargador Willian Campos, como
índice de 4,44% inserido nas folhas de outubro, novembro, dezembro e
13º salário, foi rechaçado.
A argumentação do
presidente do TJ/SP, Antonio Carlos Viana Santos, é a de que o
Governo do Estado proibiu acréscimos no duodécimo porque
representaria “improbidade administrativa”. E a alternativa
levada às entidades é a conhecida inserção das perdas salariais
no orçamento a ser aprovado, ao final do ano, pela Assembleia
Legislativa.
Apesar do tom grave na
negativa para o pagamento da reposição salarial da categoria,
direito previsto na Constituição Federal, o que, no caso,
representa descumprimento da lei, outra reunião entre os
desembargadores e a comissão de entidades foi agendada para esta
terça-feira, 24, às 17h, no Palácio da Justiça.

O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.

O objetivo do encontro era tratar de pautas institucionais da categoria.







