
Notar de Pesar - Antônio Laureano de Castro
Laureano, como era carinhosamente chamado, marcou sua trajetória pela alegria, energia e disposição em ajudar.
10/11/2016
Na tarde desta quinta-feira, 10/11, a Apatej, representada pelo tesoureiro, Marcos Leite Penteado, e secretário-geral, André Soares, esteve presente em Audiência Pública, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), que debateu a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55, do Poder Executivo, que tramita no Senado, e ameaça os direitos trabalhistas, incluindo os dos servidores públicos.
O ato contou com a presença de sociedade em geral, ex-ministro de Educação e professor, Renato Janine Ribeiro, lideranças sindicais, autoridades políticas, como o deputado Carlos Giannazi, que defende os interesses do funcionalismo na Casa, entre outros.
Audiência Pública teve plateia lotada
Para o tesoureiro da entidade, o problema do país não está na classe trabalhadora, mas na concentração de lucros de banqueiros e grande empresas. O problema não está na previdência, no funcionalismo, nem nos trabalhadores CLT, mas no acúmulo de riquezas de classes privilegiadas do Brasil. Por que não planejamos uma política fiscal mais justa e que priorize a melhor distribuição de renda?, ressalta.
Tesoureiro e secretário-geral da Apatej participaram do ato na Alesp
PEC do Teto dos Gastos
A PEC 55/2016, a antiga PEC 241, determina um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos, aos quais seriam reajustados de acordo com a inflação dos últimos 12 meses. No caso desse teto ser ultrapassado, poderá haver redução de direitos e benefícios trabalhistas, como bloqueio de reajustes salariais.
Uma iniciativa do Poder Executivo, a Proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados no final de outubro e, nesta quarta-feira, 9/11, foi sancionada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal. Agora, a PEC do Teto dos Gastos segue para o Plenário da Casa para ser votada em dois turnos.
Como a PEC pode atingir os servidores públicos
Congelamento de salários;
Suspensão de novos concursos públicos;
Menos incentivos a políticas de bonificação;
Reforma da Previdência;
Redução de investimentos em planos de cargos e carreiras;
Cortes de diversos benefícios.

Laureano, como era carinhosamente chamado, marcou sua trajetória pela alegria, energia e disposição em ajudar.

A nova regra passa a valer na folha de setembro de 2026, com pagamento previsto para outubro.







