Estado vai reabrir licitação para obras do Fórum de Osasco

27/06/2017

Fonte: Diário da Região

Paralisadas desde 2015, as obras de ampliação de Fórum de Osasco – com reforma do prédio atual, no Jardim das Flores, e construção de um anexo – serão retomadas. Segundo o governador Geraldo Alckmin, a licitação para contratação de uma nova empreiteira deve ser aberta em breve.

“Essa era uma obra em convênio com a prefeitura, que era responsável. Mas tivemos problemas na execução. Agora, o prefeito Rogério Lins já rescindiu e vamos relicitar as obras”, anunciou Alckmin, durante entrega, na manhã desta segunda-feira, 26, de obras em Osasco. 

Segundo ele, detalhes sobre o projeto serão divulgados nos próximos dias. Os trabalhos foram interrompidos com 58% dos trabalhos executados.

Apatej na luta pela retomada das obras

Da assessoria

Nos últimos meses, a Apatej vem realizando campanha pela retomada das obras do novo Fórum de Osasco. A associação se reuniu com o prefeito Rogério Lins e os vereadores da cidade, somando forças na luta pela retomada do projeto.

“O Fórum virou uma novela. Há mais de uma década há trâmites e entraves. A obra começa e para, começa e para, começa e para. O governador Geraldo Alckmin suspendeu não só a obra do Fórum como várias obras, de vários Fóruns, no estado, o que prejudicou muito a população”, afirma o presidente da Apatej, Mario José Mariano, o Marinho.

Até a entrega do novo Fórum, a administração municipal gasta com os alugueis dos órgãos do Judiciário. “Há vários prédios alugados pela Prefeitura frente a essa dificuldade da obra, que parou. Temos o Cejusc, que vai ser inaugurado, a Vara da Fazenda Pública, Vara da Família, em prédios alugados pela Prefeitura. Temos três, quatro prédios alugados pela Prefeitura para o Judiciário. Com certeza os valores dos alugueis são altos, é um dinheiro que a Prefeitura poderia investir no município”, destaca o presidente da Apatej.

O atendimento descentralizado prejudica a população. “Não há um atendimento único, central, e isso dificulta muito”, analisa Marinho.

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