
TJ-SP eleva limite mensal para indenizações de férias, licença-prêmio e compensações
A nova regra passa a valer na folha de setembro de 2026, com pagamento previsto para outubro.
11/12/2019

Após a decisão desta quarta-feira, 11, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), de manter a liminar que suspende a tramitação da reforma da Previdência proposta pelo governador de São Paulo, João Doria Jr. (PSDB), o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), Cauê Macris (PSDB) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“Diante deste fato, a Assembleia acaba de apresentar recurso ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli e aguarda decisão.”
De acordo com a manifestação desta quarta-feira, do desembargador Alex Zilenovski, do Órgão Especial do TJ-SP, o autor do pedido de liminar, deputado Emídio de Souza (PT), terá 15 dias para responder ao recurso apresentado por Macris.
Como o Órgão Especial do TJ-SP realizou sua última reunião de 2019 nesta quarta, a expectativa é que uma possível retomada da tramitação da reforma previdenciária estadual somente possa ocorrer no ano que vem.
Entretanto, próprio presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, pode decidir sobre o caso a qualquer momento ou ainda distribuir o caso para um dos ministros da Corte.
De olho no resultado, o governo paulista estaria mobilizando a sua base para ficar na Alesp e realizar uma Sessão Extraordinária, para votar a proposta, caso a liminar seja derrubada.

A nova regra passa a valer na folha de setembro de 2026, com pagamento previsto para outubro.

O novo sistema está nos comunicados 104/2026 e 105/2026, publicados nesta segunda-feira.







