Texto-base da Reforma da Previdência é aprovado por comissão da Câmara e segue para Plenário

04/05/2017

 

Nesta quarta-feira, 3/4, o texto-base da Reforma da Previdência foi aprovado em comissão especial na Câmara e segue para votação no plenário.
A proposta aprovada fixa a idade mínima para concessão da aposentadoria em 62 anos para mulheres e 65 para homens; o tempo mínimo de contribuição passa de 15 para 25 anos; e, para ter direito ao valor integral do benefício, o trabalhador terá de contribuir por 40 anos. A regra de transição, o chamado “pedágio” proposto inicialmente com o pagamento de 50% do tempo restante para receber a aposentadoria também foi alterado e fixado em 30%.
O fator que gerou grande pressão foi a alteração do texto no que diz respeito aos servidores que, mesmo com ressalvas para algumas categorias do funcionalismo público, a proposta do governo prevaleceu. O texto aprovado acaba com a diferença entre o regime geral e público.
“Não são apenas os servidores, mas os trabalhadores de todas as categorias estão perdendo, e muito, com essas alterações prevista da Previdência Social. Impor idade mínima de 62 e 65 anos para homens e mulheres, além da contribuição de 40 anos para recebimento do valor integral do benefício é um ultraje aos brasileiros. Quantos de nós vão morrer sem receber o que é seu por direito? Trabalhamos honestamente uma vida inteira para, quando mais precisamos, o governo nos dar as costas”, afirmou o presidente da Apatej, Mário José Mariano, o Marinho.

 

Nesta quarta-feira, 3/4, o texto-base da Reforma da Previdência foi aprovado em comissão especial na Câmara e segue para votação no plenário.

A proposta aprovada fixa a idade mínima para concessão da aposentadoria em 62 anos para mulheres e 65 para homens; o tempo mínimo de contribuição passa de 15 para 25 anos; e, para ter direito ao valor integral do benefício, o trabalhador terá de contribuir por 40 anos. A regra de transição, o chamado “pedágio”, proposta inicialmente com o pagamento de 50% do tempo restante para receber a aposentadoria, também foi alterada e o pagamento fixado em 30%.

O fator que gerou grande pressão foi a alteração do texto no que diz respeito aos servidores.  Mesmo com ressalvas para algumas categorias do funcionalismo público, a proposta do governo prevaleceu. O texto aprovado acaba com a diferença entre o regime geral e público.

“Não são apenas os servidores, mas os trabalhadores de todas as categorias estão perdendo, e muito, com essas alterações previstas na Previdência Social. Impor idade mínima de 62 e 65 anos para homens e mulheres, além da contribuição de 40 anos para recebimento do valor integral do benefício é um ultraje aos brasileiros. Quantos de nós vão morrer sem receber o que é seu por direito? Trabalhamos honestamente uma vida inteira para, quando mais precisamos, o governo nos dar as costas”, afirmou o presidente da Apatej, Mário José Mariano, o Marinho.

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